Os 12 maiores vícios de linguagem de IA em 2026 (com exemplos reais)

Se você, como eu, trabalha diariamente com criação de conteúdo, já percebeu: a Inteligência Artificial virou instrumento de trabalho. Mas existe um lado B, os deslizes frequentes que robôs cometem na hora de escrever. Chamamos isso de vícios de linguagem em IA. E olha, seja em posts de blog, roteiros de vídeo, e-mails ou anúncios, eles aparecem semana após semana. Em 2026, muita promessa de aperfeiçoamento, mas… os deslizes continuam surgindo. Reunindo minha experiência na Envox Agência De Marketing Digital, decidi listar os maiores vícios que vejo, explicar por que eles são chatos e apresentar exemplos claros, com correções rápidas. E não pense que só você se irrita! Tenho certeza que todo mundo que lê ou revisa textos de IA já suspirou impaciente diante de alguns deles.

Sabe aquele “problema que não parece se resolver jamais”? Assim são os vícios de linguagem das IAs.

Neste artigo, minha intenção é facilitar a sua revisão de texto, seja para post bombar em 2026 ou mesmo para entregar um relatório conciso. Reuni os 12 vícios de linguagem de IA mais comuns do momento, exemplificando ERROS e versões HUMANIZADAS na sequência. Vamos ao que interessa.

1. Excesso de travessão: Um vício que salta à vista

Não sei se você já pegou texto de IA cheio de travessão em frases absolutamente normais e pensou: “isso está estranho…”. Eu já. A IA fica tentando contextualizar e acaba entulhando travessões sem critério. Fica truncado e forçado.

Exemplo robótico:

  • A IA revoluciona o marketing digital, ao proporcionar experiências únicas, e facilita a vida dos profissionais.

O problema: o uso aleatório do travessão quebra o ritmo natural e não traz informação nova. Parece que a IA quis dar um “respiro” artificial, mas só atrapalhou.

Como corrigir?

  • A IA revoluciona o marketing digital ao criar experiências diferentes e simplificar processos para os profissionais.

Simples e direto. Respira melhor.

2. Repetição de expressões como “além disso”

Talvez esse seja o mais fácil de notar. Em textos longos, principalmente nos gerados por máquina, vi vários parágrafos começando igual, com “além disso”, “por outro lado”, “por fim”… O resultado é uma leitura monótona.

Exemplo gerado por IA:

  • A IA melhora a análise de dados para empresas. Além disso, contribui para o aumento das vendas. Além disso, simplifica o atendimento ao cliente.

Repetitivo e cansativo.

Como soa melhor?

  • A IA melhora a análise de dados para empresas. Também contribui para as vendas. E ainda simplifica o atendimento ao cliente.

Alternar conectores evita robô na frase.

3. Uso de adjetivos vazios: fascinante, incrível, essencial

Esse me tira do sério. Fico revendo textos que descrevem tudo como “incrível”, “fascinante” ou “essencial” (palavras que peguei verdadeira antipatia porque estão inclusive na lista negra da Envox para revisão). Isso contribui para um texto genérico e sem personalidade.

Exemplo artificial:

  • O impacto da IA nas empresas é fascinante e crucial para o desenvolvimento do mercado moderno.

Falta cor, falta argumento real.

Como humanizar?

  • A IA muda o jeito como as empresas crescem e criam oportunidades concretas de negócio.

4. Estruturas cansativas: “não é X, é Y”

Vejo esse padrão demais. A IA adora: “Não é apenas sobre velocidade, é sobre eficiência.” Soa falso quando usado toda hora.

Exemplo de IA:

  • Não é só sobre aumentar cliques, é sobre criar conexão com o público.

A estrutura é válida, mas repetida muitas vezes, o texto perde energia.

Como evitar esse cansaço?

  • Aumentar cliques só funciona quando há conexão real com o público.

5. Listas excessivas: quando tudo vira bullet

IA está obcecada por listas. Eu sei que funcionam para organizar conteúdo, mas já percebi textos que são pura enumeração. O excesso transforma texto em manual de instruções sem graça.

Exemplo típico de IA:

  • Principais benefícios da IA:
  • Agilidade
  • Produtividade
  • Inovação
  • Resultados

Fica seco, impessoal. Quem lê, sente preguiça.

Adapte assim:

  • A IA acelera processos, reduz erros e permite criar soluções novas. Isso se reflete direto nos resultados.

6. Redundância: IDEIA REPETIDA DEMAIS

Ler texto de IA é conviver com repetição de ideias, como se a máquina tivesse medo de você não ter entendido. O artigo gira em círculos, repisando argumentos já claros antes. Isso faz o leitor desistir.

IA em ação:

  • A IA consegue automatizar tarefas. Ela automatiza processos rapidamente. Com a automação, tudo se torna mais simples.

É preciso sintetizar. Veja como resolvo:

  • A IA automatiza tarefas rapidamente, tornando processos mais simples.

Corte qualquer frase que só repete o que já foi dito.

7. Conectores previsíveis: Portanto, ou seja, no entanto…

Já contei quantas vezes revisei parágrafos iniciando com “portanto”, “ou seja”, “no entanto”? Perdi as contas. A IA nunca arrisca variar, parece presa num roteiro de redação do ENEM. Textos ficam com sabor de manual de vestibular.

Exemplo viciado:

  • No entanto, as empresas precisam se adaptar à nova realidade. Portanto, a inovação é fundamental. Ou seja, investir em IA é o caminho.

Excesso de conectores deixa o texto duro.

Mais natural:

  • Empresas precisam se adaptar à nova realidade. Só assim conseguem inovar e investir no caminho certo com IA.

8. Vocabulário etéreo: jornada, essência, universo…

Esse é o favorito das máquinas metafóricas: “jornada do consumidor”, “universo da inovação”, “essência do negócio”. Palavras que enfeitam sem informar. Fica impossível saber do que realmente se trata.

IA artificializando:

  • Descubra a essência da transformação digital na jornada da IA.

O que significa isso, afinal?

Vá direto ao ponto:

  • Veja como a IA muda processos digitais nas empresas.

Comparação visual de um texto escrito por IA cheio de marcadores, conectores e repetições ao lado de um texto humano mais direto 9. Frases curtas começando com “é importante”

Conto nos dedos quantas vezes já vi a IA empilhar frases curtas iniciando assim: “É importante lembrar que…”, “É importante ressaltar que…”, “É fundamental entender…” O texto vira um recado repetitivo de escola.

Veja como aparece:

  • É importante lembrar que os dados são essenciais. É importante entender que a segurança não pode ser ignorada.

Tira ritmo do argumento.

Reescreva:

  • Segurança de dados precisa ser prioridade, sempre.

Dê prioridade ao que realmente faz seu texto avançar.

10. Uso forçado de ponto-e-vírgula

IA tende a exagerar: adora encaixar ponto-e-vírgula entre duas frases que poderiam ser separadas por ponto final, principalmente em textos técnicos. Isso deixa o texto engessado.

Exemplo padronizado:

  • Os resultados são animadores; a IA oferece oportunidades; as empresas aproveitam o potencial.

Cansativo e desnecessário.

Como fica melhor?

  • Os resultados animam. A IA abre novas oportunidades. As empresas aproveitam esse potencial.

11. Repetir ideias com palavras diferentes (para parecer variado)

Esse vício é clássico: a IA tenta parecer profunda explicando a mesma coisa com sinônimos, como se assim enriquecesse o texto.

Repetição travestida:

  • A IA transforma empresas, altera negócios e modifica processos. Tudo isso muda a dinâmica do mercado.

Poderia dizer o mesmo em duas frases, sem florear:

  • A IA de fato muda a dinâmica do mercado ao transformar empresas.

12. Neutralidade excessiva no texto e tom

Quase sempre, quando pego texto feito apenas por IA, sinto que falta personalidade. O tom é neutro, sem opinião, sem risco, sem nada que pareça assinatura. Isso distancia leitor e marca.

Exemplo sem alma:

  • A IA é uma ferramenta para empresas crescerem. O uso de IA pode trazer benefícios. A adoção depende de cada caso.

Fraco e impessoal.

Texto real, com marca:

  • Uso IA todos os dias na Envox Agência De Marketing Digital. Vejo diferença de verdade para clientes que querem resultado e inovação de verdade.

Pessoa analisando um texto digital no monitor, com robô ao lado e uma folha com anotações naturais Por que esses vícios permanecem mesmo com IA tão avançada?

Mesmo em 2026, as IAs mais modernas ainda dependem de bancos de dados e padrões linguísticos para gerar textos. Ao tentar acertar, elas acabam repetindo fórmulas, conectores e estruturas clichês. A busca por algo neutro faz os textos perderem humanidade. Vejo isso tanto em sistemas que prometem solução para tudo, quanto nos concorrentes da Envox Agência De Marketing Digital, focados em volume, mas nunca em personalidade. Isso, aliás, nos diferencia: preferimos entregar menos, mas com a voz única do cliente bem marcada, como mostrou nossa pesquisa publicada sobre unir IA e criatividade para produzir mais conteúdo em 2026.

Há também a pressão por rapidez. Quando há pressa, textos de IA vão para o ar sem revisão, ficando cheios dessas marcas. E olha, nem mesmo detectores de conteúdo como o Gotcha-GPT do professor André Silva Pimentel (PUC-Rio) conseguem capturar todas as nuances, como vi neste artigo sobre detectores confiáveis de textos gerados por IA.

Dicas para revisar textos de IA e evitar esses vícios

Se você usa ou revisa textos criados por IA, como eu, confira algumas sugestões que sigo todo dia para escapar dos principais vícios:

  • Leia o texto em voz alta. O que soa estranho logo aparece.
  • Procure repetir padrões: frases iniciais iguais, listas em excesso, conectores batidos.
  • Corte adjetivos sem valor real. Substitua por fatos ou resultados concretos.
  • Troque estruturas engessadas como “não é X, é Y” por relatos ou exemplos reais.
  • Varie tamanho e ritmo das frases; misture grandes e pequenas.
  • Faça sempre uma segunda leitura, de preferência com um intervalo depois do texto pronto.
  • Peça para um colega opinar. Muitas vezes, outro olhar percebe a “robotização” melhor.
  • Nunca confie 100% no primeiro rascunho da IA.

Essas práticas são rotina na Envox Agência De Marketing Digital. São elas que garantem que nossos posts bombem de verdade, fugindo do artificialismo, como já expliquei neste resumo dos fatores que fazem um post bombar em 2026.

Como garantir que seu conteúdo fique mais humano e relevante

No cenário digital de 2026, onde cada vez mais pessoas usam IA para gerar material, só quem revisa e adequa consegue entregar algo realmente competitivo. As redes sociais, inclusive, já mudaram algoritmos para valorizar texto autêntico: quem aposta só em linguagem robótica acaba apagado pelo excesso de mesmice, como trato neste guia para tendências de conteúdo no Instagram em 2026.

O conteúdo que marca é o que soa natural, fala claro e respeita a inteligência do leitor.

Profissional de marketing revisando roteiro digital no computador com gráficos coloridos ao lado Conclusão: Cansou dos vícios de IA? Existem alternativas melhores

Depois de anos usando e revisando conteúdo criado por máquinas, afirmo: reconhecer os vícios de linguagem de IA é só o começo. A diferença está, de fato, no trabalho humano que revisa, ajusta e dá personalidade ao texto. Isso é o que praticamos na Envox Agência De Marketing Digital, e por isso nossos resultados se destacam em tráfego pago, SEO e conteúdo criativo.

A cada postagem, cada campanha, sinto que nosso compromisso é evitar os piores deslizes do robô e entregar texto direto, que conecta. Se você busca conteúdo relevante, que fuja sempre do artificial e ajude a vender mais, vale conhecer o trabalho da Envox. Podemos mostrar na prática como reverter vícios da IA ao seu favor, tornando seu site, blog ou rede social realmente diferente. Confira conteúdos práticos, dicas e estratégias no nosso portal, como neste guia para unir IA e criatividade na produção de conteúdo ou nas tendências que vão mudar o marketing em 2026.

  • Como unir IA e criatividade para produzir mais conteúdo
  • Tendências que vão mudar o marketing em 2026
  • Guia de hashtags e erros comuns em 2026

Seu conteúdo merece mais do que máquina faz no primeiro rascunho. Busque qualidade, clareza e identidade única. E, claro, conte comigo e com a equipe da Envox para produzir textos que resultam em vendas e credibilidade.

Perguntas frequentes

O que são vícios de linguagem em IA?

Vícios de linguagem em IA são padrões, repetições ou estruturas pouco naturais que aparecem com frequência em textos gerados por Inteligência Artificial, tornando a leitura previsível, repetitiva ou artificial. Incluem conectores iguais, frases neutras e adjetivos vazios, comuns em produções automáticas.

Quais os maiores vícios de IA atualmente?

Em minha experiência, os mais comuns em 2026 são: uso exagerado de travessão, repetições de expressões como “além disso”, adjetivos sem conteúdo real, listas em excesso, estrutura “não é X, é Y”, conectores previsíveis (“portanto”, “ou seja”), vocabulário vago (“essência”, “jornada”), excesso de frases que começam igual, uso forçado de ponto-e-vírgula, repetição da mesma ideia com outras palavras, e neutralidade extrema nos textos.

Como evitar vícios de linguagem em IA?

Revisar o texto lendo em voz alta, cortar adjetivos desnecessários, variar frases e conectores, dar opiniões claras e adaptar padrões monótonos ajudam a fugir dos vícios da IA. Conferir o texto por outro olhar, humano, é sempre melhor.

Por que os vícios de linguagem em IA são um problema?

Esses vícios enfraquecem o conteúdo, passam falta de autenticidade e prejudicam o engajamento do leitor. Google e redes sociais já valorizam produção clara, singular e envolvente, ou seja, o robótico tende a perder espaço e resultados.

Onde encontrar exemplos reais desses vícios?

Citei vários exemplos neste artigo usando minha vivência diária na Envox Agência De Marketing Digital. Outros exemplos podem ser vistos em estudos acadêmicos recentes e reportagens sobre ferramentas como o Gotcha-GPT do professor André Silva Pimentel, que identificam padrões de textos automáticos em ambientes acadêmicos e digitais, conforme apresentado nesta matéria sobre detectores de textos gerados por IA.

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